Relatório 2 – Conteúdo – Guilherme Tostes

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Minha pesquisa de conteúdo consistiu em buscar na região portuária questões sociais, econômicas e politicas que essas mudanças podem proporcionar e como isso afetar diretamente a população local.

De uma maneira geral, primeiramente, fomos buscando pontos dos dois lados, um da prefeitura e do projeto Porto Maravilha, que é a mais explorada e citada nos veículos de grande imprensa, e o da população local e suas impressões. Constatamos que existe uma dicotomia entre essas duas visões, e que apesar da esperança que essa revitalização trouxe, as obras de uma maneira geral vem integrando pouco essa população as reformas. Pelo ao contrário, a população vem sofrendo com um processo de exclusão, seja através da especulação imobiliária que forca a população a ser realocada ou vender seus imóveis, ou seja pelas obras que visam tornar o local turístico, e apropriado para receber uma população de zona sul, sem de fato, informar e integrar a população local a esses eventos que ocorrem e o projetos.

Através de alguns estudos e conversas observamos que tem ocorrendo na cidade do Rio e principalmente na ZP um processo de mercantilização da cidade. Em que apenas zonas interessadamente mercadológicas vêm recebendo essas melhorias, para propiciar, uma maior expansão de possíveis localidades rentáveis, ou então, a falta de uma responsabilidade social e prol de licitações de empresas sem o atestado ganho para aquela sociedade.

Apesar de todo “boom” e melhorias inevitáveis para essa região queremos mostrar que também, à parte disso, existe um processo de exclusão da população mais pobre da região e a não integração do restante dessa gente a totalidade desse processo, além de que, essa foi uma região histórica de formação da cidade do Rio e que a muitos anos está tão abandonada que na verdade essas melhorias feitas, são direito e devem ter a participação de quem mora lá.

Referências:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/na-rhbn/a-bencao-samba

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/nao-deixe-o-samba-morrer

 

Canal aberto dos moradores da região portuária:

A zona portuária do Rio de Janeiro vem passando por intensas transformações urbanas decorrentes das intervenções do projeto Porto Maravilha. Neste contexto, desde janeiro de 2011 moradores da região tem se organizado para discutir as possibilidades de mobilização e resistência ao projeto. Aos moradores foram somando-se a outros atores como ONGs, universidades e mandatos parlamentares e formou-se assim o Fórum Comunitário do Porto (FCP).

http://forumcomunitariodoporto.wordpress.com/

http://comitepopulario.wordpress.com/2012/04/20/baixe-agora-dossie-megaeventos-e-violacoes-dos-direitos-humanos-no-rio-de-janeiro/

 

Curta-metragem que aborda a questão da cidade de exclusão:

Uma cidade que vive uma tensão cotidiana, um projeto de apagamento da memória coletiva e o afastamento sistemático dos pobres do mar. Distopia::021 é um video documentário sobre como o capitalismo transforma as cidades em produtos e expulsa as populações pobres das zonas centrais especuladas.

 

http://vimeo.com/39915322

 

Vídeo que eu fiz com o Marcelo Freixo que fala do modelo de cidade atual

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Bwi0tpCRYqU

 

 

Site do porto maravilha.

http://www.portomaravilha.com.br/

 

Revista eletrônica de estudos urbanos e regionais.

Artigo de mestrado sobre a ZP

“O artigo busca discutir algumas das políticas sociais que estão sendo implementadas no

interior do perímetro do Projeto Porto Maravilha. Lançado em 2009, este grande projeto

urbano pretende transformar a antiga zona portuária da cidade do Rio de Janeiro,

criando um ambiente favorável ao capital imobiliário. Pretendemos desvelar algumas

das questões que estão sendo frequentemente ofuscadas por uma propaganda poderosa

que pretende construir uma ideia positiva sobre o projeto. Para tanto, dividimos o artigo

em três partes: na primeira delas apresentaremos a conjuntura política e as mudanças

na gestão urbana em torno do Projeto Porto Maravilha. Em seguida, discutiremos como

a questão habitacional é tratada nos sucessivos projetos idealizados para este espaço.

Por fim, analisamos os impasses atuais que os moradores de baixa renda enfrentam para conquistar o direito de permanecerem no local.”

http://www.emetropolis.net/download/edicoes/emetropolis_n08.pdf

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-71832005000100002&script=sci_arttext

Conversa pessoal com a Urbanista e Cientista Social e doutora em responsabilidade Social, Maria Alice Nunes Costa

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